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INVESTIMENTOS

 

Projecto ChangeProjeto Change

Fruto dos acordos de cooperação e memorandos de entendimentos entre as Repúblicas de Angola e da China, iniciadas em Março de 2004, o país beneficiou de linhas de crédito da sua congénere chinesa, através do Eximbanque, para apoiar a reconstrução de Angola, depois de quase três décadas de conflito armado.

Na qualidade de empresa estratégica do Estado, cujo objecto social está virada para o interesse público, a Edel foi contemplada com créditos, atribuídas de forma faseada, no âmbito do programa de investimentos públicos com recurso ao financiamento chinês, para a melhoria dos serviços básicos à população.

Porém, a empresa elaborou um plano de investimentos denominado Chiang, que visou atender as áreas mais carenciadas da cidade de Luanda, e consubstanciou-se na construção de novas subestações e na reabilitação e extensão da rede de média e baixa tensão da capital.

Repartido em três fases, o mesmo proporcionou maior qualidade e fiabilidade no fornecimento de energia à capital:

Fase I – Começou em Junho de 2004 e terminou em meados de 2005. Montou-se nesta fase 60 postos de transformação, cujo benefício estendeu-se a mais de 18 mil famílias, nos nove municípios de Luanda, custando aos cofres da empresa 15 milhões de dólares, naquela que foi a primeira linha de crédito financiado pelo Eximbanque.

Fase II – Teve maior seguimento e abrangência, contrariamente a primeira fase. Foram montados 127 postos de transformação nos nove municípios de Luanda e construídas duas novas subestações (Estrada de Catete e Ngola Kiluanji), que permitiram a ligação a 32.277 novos clientes, num pacote financeiro orçado em 44 milhões de dólares.

Fase III – Está em fase embrionária. A execução das obras tiveram início em Novembro de 2008 e prevê num espaço de 12 meses a implantação de 24 postos de transformação nos municípios de Cacuaco, Viana e Samba e a construção de dois postos de seccionamentos, num pacote orçado em 28 milhões de dólares.

Fase IV – Está orçada em 143,86 milhões de dólares e prevê a construção das Subestações Viana-Vila, Viana-Caop, Boavista, Morro Bento, Ramiros e Subestação Benfica. O financiamento contempla igualmente a instalação de quilómetros de rede de alta, média e baixa tensão a vários bairros de Luanda.

 

Plano de EmergênciaPlano de Emergência

Executado num período de três meses (Junho à Agosto 2008), o Plano de Emergência foi um projecto concebido para reforçar a capacidade instalada nas áreas peri-urbanas e estender a naquelas onde não havia energia. Mais de trinta mil novos clientes foram ligados a rede, como corolário da instalação de 80 postos de transformação em toda a extensão de Luanda, numa empreitada subsidiada pelo Governo Central no valor de oito milhões de dólares, e incluiu igualmente a montagem de uma nova subestação, que se encontra no Edifício Sede da Empresa.

 

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